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25 de outubro de 2013

Espaços Psicopedagógicos em diferentes cenários

Sinopse: 

Nesse livro, o encontro entre as distintas profissões e suas especificidades, em uma perspectiva mais ampla, com a finalidade singular de apresentar diversas problemáticas psicopedagógicas, evidenciou a existência de pontos fundamentais para a reflexão científica que tornam semelhantes e aproximam os diversos contextos socioculturais em um mundo globalizado. Na leitura dos capítulos que compõe essa obra, destaca-se o entusiasmo e o compromisso dos autores com os processos de integração e de inclusão nos mais diversos espaços educativos. Além do relevante valor científico que todos os pesquisadores evidenciam, fica evidente a fundamental importância da troca de experiências e o valor da continuidade de discussões e da construção de projetos comuns para um futuro próximo.

Graduações a Distância e o Desafio da Qualidade


Lançado em 2010, pela EDIPUCRS, este livro nasceu de um sentimento de entusiasmo pelas possibilidades oferecidas pela Educação a Distância e pela crença na aprendizagem nessa modalidade como um valioso instrumento para propiciar um ensino de qualidade a uma parcela maior da sociedade, principalmente, por aqueles que não são atingidos pelo ensino presencial.

Apesar da Educação a Distância não ser uma modalidade de ensino nova, ainda gera insegurança e resistência não só por parte dos alunos, mas também dos professores no que diz respeito ao seu conceito ser/estar associado com baixa qualidade de ensino ou ao atributo de oferecer cursos "sem validade".

O conteúdo deste livro é uma tentativa de investigar as métricas utilizadas para medir qualidade em Educação a Distância no contexto internacional e nacional (especialmente as recomendações do MEC) e estabelecer indicadores de qualidade específicos que sirvam de referencial para organização e/ou avaliação dos cursos de licenciatura nessa modalidade de ensino.

Com o objetivo de refletir sobre a efetividade dos cursos de graduação em EAD, o livro busca contribuir para agregar qualidade na oferta de graduações na modalidade a distância, já que o objeto de pesquisa faz parte de um novo paradigma educacional, em relação ao qual ainda há muita resistência e um olhar fortemente influenciado por tradições e arraigado na presencialidade, em que ensinar e aprender exige, necessariamente, a presença física do professor.

Estamos caminhando cada vez mais para uma sociedade na qual o sistema educacional convencional, preso a modelos tradicionais, não tem mais espaço e dá lugar a sistemas flexíveis e diretamente ligados aos interesses individuais de quem quer aprender. Esse tipo de proposta educacional, que conta com a autonomia do aluno e exige do professor um constante aperfeiçoamento e muita criatividade, deve fazer parte das práticas, tanto presenciais quanto a distância.




18 de outubro de 2013

Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade


O que é o TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.


Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.







Quais são as causas do TDAH?

Já existem inúmeros estudos em todo o mundo - inclusive no Brasil - demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.

O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.


A) Hereditariedade:
Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo "desatento" ou "hiperativo" simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familial era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH que os pais adotivos.

Os estudos com gêmeos comparam gêmeos univitelinos e gêmeos fraternos (bivitelinos), quanto a diferentes aspectos do TDAH (presença ou não, tipo, gravidade etc...). Sabendo-se que os gêmeos univitelinos têm 100% de semelhança genética, ao contrário dos fraternos (50% de semelhança genética), se os univitelinos se parecem mais nos sintomas de TDAH do que os fraternos, a única explicação é a participação de componentes genéticos (os pais são iguais, o ambiente é o mesmo, a dieta, etc.). Quanto mais parecidos, ou seja, quanto mais concordam em relação àquelas características, maior é a influência genética para a doença. Realmente, os estudos de gêmeos com TDAH mostraram que os univitelinos são muito mais parecidos (também se diz "concordantes") do que os fraternos, chegando a ter 70% de concordância, o que evidencia uma importante participação de genes na origem do TDAH.

A partir dos dados destes estudos, o próximo passo na pesquisa genética do TDAH foi começar a procurar que genes poderiam ser estes. É importante salientar que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único "gene do TDAH". Além disto, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Também existe maior incidência de depressão, transtorno bipolar (antigamente denominado Psicose Maníaco-Depressiva) e abuso de álcool e drogas nos familiares de portadores de TDAH.


B) Substâncias ingeridas na gravidez:
Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.


C) Sofrimento fetal:
Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.


D) Exposição a chumbo:
Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.


E) Problemas Familiares:
Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta idéia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).

Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.


F) Outras Causas
Outros fatores já foram aventados e posteriormente abandonados como causa de TDAH:

1. corante amarelo
2. aspartame
3. luz artificial
4. deficiência hormonal (principalmente da tireóide)
5. deficiências vitamínicas na dieta.


Todas estas possíveis causas foram investigadas cientificamente e foram desacreditadas.


Fonte: ABDA 
Saiba mais no site da Associação Brasileira do Déficit de Atenção, clicando aqui.

15 de outubro de 2013

Feliz Dia do Professor

Feliz dia do professor!

"Ensinar é um exercício de imortalidade. 
De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos
aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra”.
(Rubem Alves)

11 de outubro de 2013

Congresso Virtual Mundial de E-learning


O Congresso Mundial Virtual de e-Learning é o primeiro de seu tipo. Não só vai marcar uma tendência, mas também vai se tornar uma referência para todos os profissionais e estudantes ligados e interessados ​​em Educação a Distância.

Congresso é construído por todos de forma colaborativa. Seu espaço e lugar é precisamente a virtualidade. Ocorre totalmente online através da Internet até o dia 16 de outubro.

Informações e inscrições: 

8 de outubro de 2013

Inteligências pessoais


O conceito de Inteligência Emocional está relacionado à própria concepção de Inteligências Múltiplas, que se traduz por uma nova visão de inteligênciaO que se sabe hoje sobre inteligência é que são múltiplos circuitos neurais que se manifestam de maneira diferenciada de pessoa para pessoa.

Entre um elenco de inteligências inerentes a todas as pessoas, há as chamadas inteligências pessoais, que alguns identificam como inteligências emocionais, ou seja, a inteligência intrapessoal e a inteligência interpessoal.

As inteligências emocionais são as inteligências pessoais. Como todas as demais, essas são passíveis de se ampliarem em todas as pessoas, se as mesmas receberem nas idades corretas, os estímulos adequados, tanto a nível familiar quanto a nível social, e dentro do contexto social, o nível de escolaridade.

Celso Antunes


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6 de outubro de 2013

Inteligência Emocional - Daniel Goleman


A obra está baseada numa síntese original, feita a partir de pesquisas e descobertas sobre o funcionamento do cérebro. Neste livro, Daniel Goleman apresenta o conceito da inteligência emocionalfusão de traços e habilidades psicológicas responsável por 80% do sucesso na vida. O autor mostra como a inteligência emocional pode ser alimentada e fortalecida em todos nós, principalmente na infância, período no qual toda a estrutura neurológica encontra-se em formação.

Para acessar o livro de forma gratuita, clique aqui.

Daniel Goleman, Ph.D., escreve sobre ciências comportamentais para o New York Times. Ele lecionou em Harvard e foi editor da revista Psychology Today. Seus outros livros incluem: Inteligência Social, Trabalhando com a Inteligência Emocional, e A Arte da Meditação. É também co-autor de O Espírito Criativo.



4 de outubro de 2013

Cérebro Humano


Se um professor assume aulas para uma classe e crê que ela não aprenderá, então ele está certo e ela terá imensas dificuldades. Se, ao invés disso, ele crê no desempenho da classe, ele conseguirá uma mudança, porque o cérebro humano é muito sensível a essa expectativa que se tem sobre o desempenho das pessoas.

Celso Antunes ]




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