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11 de novembro de 2013

Superficial. O que a Internet está fazendo com nossas mentes?

Enquanto desfrutamos dos benefícios da rede, estamos sacrificando a nossa capacidade de ler e pensar profundamente? Neste livro, Carr desenvolve seus argumentos para criar a análise mais reveladora das consequências intelectuais e culturais da Internet publicados até então.

Nosso cérebro, como demonstram as evidências científicas e as mudanças históricas, muda em resposta às nossas experiências, e a tecnologia que usamos para localizar, armazenar e compartilhar informações pode, literalmente, alterar nossos processos neurais. Além disso, cada tecnologia da informação carrega uma ética intelectual. Assim como o livro impresso serviu para concentrar a nossa atenção, promovendo o pensamento profundo e criativo, a internet fomenta a 'picotagem' rápida e distraída de pequenos fragmentos de informação de várias fontes. Sua ética é uma indústria ética, da velocidade e da eficiência.

A Rede está nos remodelando à sua própria imagem, tornando-nos mais hábeis em manejar e procurar superficialmente a informação, mas menos capazes em concentração, contemplação e reflexão. Este livro sugere uma mudança permanente na maneira como entendemos e aproveitamos as novas tecnologias.


Atenção parcial contínua

Muito facebook, pouca concentração?

Passamos muitas horas do dia colados a uma tela. Muito para o trabalho, mas cada vez mais por prazer, porque é útil para se comunicar, é nossa prioridade. Nos conectamos para verificar se recebemos um novo e-mail (o que costumamos fazer várias vezes por dia, obsessão recentemente batizada como infobesidad), manter várias conversas em grupo por WhatsApp, verificar posts e notícias através do Facebook, Twitter e outras redes sociais... E o que nós fazemos em todos os momentos: enquanto assistimos televisão, comemos ou até mesmo enquanto estamos assistindo uma peça de teatro (alguns teatros optam por permitir o uso de telefone celular durante o show para as pessoas compartilharem o que veem nas redes sociais).

Todos nós (ou a maioria) somos vítimas de influências digitais. As crianças também. Nos Estados Unidos e na Alemanha, os adolescentes passam sete horas por dia usando a mídia digital.

Alguns autores têm alertado para os efeitos que esses processos têm na mente, como Nicholas Carr, que decidiu deixar a vida ultra-informada e mudou-se para as montanhas do Colorado, onde não havia telefones celulares e pouco acesso à internet, com sua obra: SuperficialO que a Internet está fazendo com nossas mentes? (Taurus, 2011) e Manfred Spitzer, diretor da Clínica Psiquiátrica da Universidade de Ulm e do Centro de Transferência de Conhecimento e Aprendizagem, com a obra Demência Digit@l. O primeiro resumiu assim os efeitos da Internet em si mesmo: "Eu perco o sossego e o fio, começo a pensar sobre que outra coisa a fazer. Me sinto como se estivesse sempre arrastando o meu cérebro de volta ao texto. A leitura profunda que costumava vir naturalmente se tornou um esforço." Isso está acontecendo com mais pessoas? Você tem dificuldade para mergulhar em um livro ou perde a concentração na leitura verificando suas mensagens no Facebook?

Spitzer, por sua vez, escreve em seu livro: A alegação de que a competência nas novas tecnologias têm um impacto positivo não foi comprovada em absoluto até o momento. É estúpido também que justamente a neurociência suspeite bem ao contrário. Alguns estudos mostram que o cérebro cresce exatamente onde ele é usado. E o sentido inverso também é verdadeiro. Se o cérebro não é utilizado, então se atrofia. Spitzer se preocupa em como o aumento da tecnologia afeta o cérebro das crianças. A sua opinião é que ter mais acesso a essas telas não faz bem: "O uso de computadores em uma idade precoce (maternal) pode provocar problemas de atenção e numa idade mais avançada (pré-escolar) pode levar a distúrbios de leitura."

José Antonio Luengo, psicólogo educacional, que ensina Técnicas de Comunicação em Educação, disse que, embora a crença geral é de que há de piorar, ele não acredita nesse aspecto. "É verdade que os nossos filhos passam muito tempo ligados às telas e tablets. Basicamente, estão desenvolvendo diferentes procedimentos de comunicação do que os anteriores, mas também são importantes. O importante, e o que devemos pesquisar, é se a escola introduz e trabalha de forma eficaz a interpretação de textos e documentos em formato digital. É importante continuar a trabalhar com o livro de papel e isso depende que no ensino primário leiam textos e façam resumos. E isso é o que é feito e continuará fazendo na escola."

Não desvie o olhar, porque os adolescentes estão vivendo na era digital e se comunicam com o mundo todo, diz Luengo. O especialista acredita que as escolas têm um desafio, que é o de ensinar habilidades de leitura digital. "O professor tem que saber que há uma série de habilidades que ele pode aprender. Esse é um aspecto importante que o professor precisa saber, embora não esteja suficientemente formado." No entanto, Luengo acredita que a troca não está afetando a capacidade de leitura dos mais jovens. "Se estão lendo, mesmo que seja no Facebook, estão adquirindo as chaves de leitura. Creio que os nossos jovens, quando elaboram um texto ou fazem um comentário, estão colocando suas ideias. O que acontece é que na leitura da tela, a leitura profunda é incompleta. O problema é que nós gastamos muito tempo para esse tipo de leitura e gastamos menos tempo para as leituras mais calmas. O problema não é o mesmo quando você lê uma página em papel, sem interrupção. Na leitura digital, há uma certa dispersão. Você sai de uma tela para outra, o texto leva a um filme e, em seguida, a um mapa, e a concentração é menor, mas a quantidade de leitura é maior."

Isidro Moreno, professor de Tecnologia da Informação e Comunicação na Faculdade de Educação da Universidade Complutense de Madrid, inclui uma nova referência: conhecimento quebra-cabeça. "Internet e dispositivos móveis fazem com que todos os jovens interpretem o mundo mediados pela tecnologia, onde cria-se um 'conhecimento quebra-cabeça' ou uma 'sociedade mosaico'. Meus alunos manuseiam a mídia com bastante desenvoltura, mas eles estão apenas do lado de fora dos meios de comunicação, não se aprofundam. Não dá tempo, ninguém os preparou e os professores não estão preparados para ver o que está por trás. Tudo isso está em detrimento da leitura clássica, tradicional. Mas precisamos de tempo e tranquilidade para sentar e ler. E quanto aos mais jovens, se os facilita, eles fazem, mas há que facilitar para que se dê essa necessidade e se crie a necessidade. Felizmente, os jovens são muito espertos."

Na Fundação Ruipérez Sanchez, vários estudos têm sido feitos (no qual participaram 300 pessoas) sobre o impacto da leitura digital em crianças e adultos. "Desde 2008, defendemos que o digital vai mudar a maneira de ler", diz Luis Gonzalez, diretor da fundação, que explica suas conclusões: "A fundação acredita que o que importa não é a obsessão com quanto as pessoas leem. Todos os estudos que trabalhamos dizem que as crianças leem mais agora do que há 10, 20 e 30 anos, tanto em número de livros, como a frequência. As pessoas que leem livros eletrônicos, gastam mais tempo lendo do que antes. Então, no caso das telas, há um outro componente positivo: a conexão de uns com os outros, ao contrário dos livros confinados. A desvantagem é que, tendo internet no tablet, se recebe comunicações contínuas e nos confunde. A partir de agora, vamos ter vários tipos de leituras: uma navegação extremamente superficial, e essa forma de navegar será transferida para a leitura de livros digitais. E, em seguida, haverá uma leitura mais agradável."

Fonte: Carmen Pérez-Lanz
Espanha/ El País

25 de outubro de 2013

Espaços Psicopedagógicos em diferentes cenários

Sinopse: 

Nesse livro, o encontro entre as distintas profissões e suas especificidades, em uma perspectiva mais ampla, com a finalidade singular de apresentar diversas problemáticas psicopedagógicas, evidenciou a existência de pontos fundamentais para a reflexão científica que tornam semelhantes e aproximam os diversos contextos socioculturais em um mundo globalizado. Na leitura dos capítulos que compõe essa obra, destaca-se o entusiasmo e o compromisso dos autores com os processos de integração e de inclusão nos mais diversos espaços educativos. Além do relevante valor científico que todos os pesquisadores evidenciam, fica evidente a fundamental importância da troca de experiências e o valor da continuidade de discussões e da construção de projetos comuns para um futuro próximo.

Graduações a Distância e o Desafio da Qualidade


Lançado em 2010, pela EDIPUCRS, este livro nasceu de um sentimento de entusiasmo pelas possibilidades oferecidas pela Educação a Distância e pela crença na aprendizagem nessa modalidade como um valioso instrumento para propiciar um ensino de qualidade a uma parcela maior da sociedade, principalmente, por aqueles que não são atingidos pelo ensino presencial.

Apesar da Educação a Distância não ser uma modalidade de ensino nova, ainda gera insegurança e resistência não só por parte dos alunos, mas também dos professores no que diz respeito ao seu conceito ser/estar associado com baixa qualidade de ensino ou ao atributo de oferecer cursos "sem validade".

O conteúdo deste livro é uma tentativa de investigar as métricas utilizadas para medir qualidade em Educação a Distância no contexto internacional e nacional (especialmente as recomendações do MEC) e estabelecer indicadores de qualidade específicos que sirvam de referencial para organização e/ou avaliação dos cursos de licenciatura nessa modalidade de ensino.

Com o objetivo de refletir sobre a efetividade dos cursos de graduação em EAD, o livro busca contribuir para agregar qualidade na oferta de graduações na modalidade a distância, já que o objeto de pesquisa faz parte de um novo paradigma educacional, em relação ao qual ainda há muita resistência e um olhar fortemente influenciado por tradições e arraigado na presencialidade, em que ensinar e aprender exige, necessariamente, a presença física do professor.

Estamos caminhando cada vez mais para uma sociedade na qual o sistema educacional convencional, preso a modelos tradicionais, não tem mais espaço e dá lugar a sistemas flexíveis e diretamente ligados aos interesses individuais de quem quer aprender. Esse tipo de proposta educacional, que conta com a autonomia do aluno e exige do professor um constante aperfeiçoamento e muita criatividade, deve fazer parte das práticas, tanto presenciais quanto a distância.




18 de outubro de 2013

Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade


O que é o TDAH?

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.


Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola.







Quais são as causas do TDAH?

Já existem inúmeros estudos em todo o mundo - inclusive no Brasil - demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos.

Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.

O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).
Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões.


A) Hereditariedade:
Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).

Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo "desatento" ou "hiperativo" simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familial era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH que os pais adotivos.

Os estudos com gêmeos comparam gêmeos univitelinos e gêmeos fraternos (bivitelinos), quanto a diferentes aspectos do TDAH (presença ou não, tipo, gravidade etc...). Sabendo-se que os gêmeos univitelinos têm 100% de semelhança genética, ao contrário dos fraternos (50% de semelhança genética), se os univitelinos se parecem mais nos sintomas de TDAH do que os fraternos, a única explicação é a participação de componentes genéticos (os pais são iguais, o ambiente é o mesmo, a dieta, etc.). Quanto mais parecidos, ou seja, quanto mais concordam em relação àquelas características, maior é a influência genética para a doença. Realmente, os estudos de gêmeos com TDAH mostraram que os univitelinos são muito mais parecidos (também se diz "concordantes") do que os fraternos, chegando a ter 70% de concordância, o que evidencia uma importante participação de genes na origem do TDAH.

A partir dos dados destes estudos, o próximo passo na pesquisa genética do TDAH foi começar a procurar que genes poderiam ser estes. É importante salientar que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único "gene do TDAH". Além disto, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Também existe maior incidência de depressão, transtorno bipolar (antigamente denominado Psicose Maníaco-Depressiva) e abuso de álcool e drogas nos familiares de portadores de TDAH.


B) Substâncias ingeridas na gravidez:
Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.


C) Sofrimento fetal:
Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.


D) Exposição a chumbo:
Crianças pequenas que sofreram intoxicação por chumbo podem apresentar sintomas semelhantes aos do TDAH. Entretanto, não há nenhuma necessidade de se realizar qualquer exame de sangue para medir o chumbo numa criança com TDAH, já que isto é raro e pode ser facilmente identificado pela história clínica.


E) Problemas Familiares:
Algumas teorias sugeriam que problemas familiares (alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução da mãe, famílias com apenas um dos pais, funcionamento familiar caótico e famílias com nível socioeconômico mais baixo) poderiam ser a causa do TDAH nas crianças. Estudos recentes têm refutado esta idéia. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais).

Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.


F) Outras Causas
Outros fatores já foram aventados e posteriormente abandonados como causa de TDAH:

1. corante amarelo
2. aspartame
3. luz artificial
4. deficiência hormonal (principalmente da tireóide)
5. deficiências vitamínicas na dieta.


Todas estas possíveis causas foram investigadas cientificamente e foram desacreditadas.


Fonte: ABDA 
Saiba mais no site da Associação Brasileira do Déficit de Atenção, clicando aqui.

15 de outubro de 2013

Feliz Dia do Professor

Feliz dia do professor!

"Ensinar é um exercício de imortalidade. 
De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos
aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra”.
(Rubem Alves)

11 de outubro de 2013

Congresso Virtual Mundial de E-learning


O Congresso Mundial Virtual de e-Learning é o primeiro de seu tipo. Não só vai marcar uma tendência, mas também vai se tornar uma referência para todos os profissionais e estudantes ligados e interessados ​​em Educação a Distância.

Congresso é construído por todos de forma colaborativa. Seu espaço e lugar é precisamente a virtualidade. Ocorre totalmente online através da Internet até o dia 16 de outubro.

Informações e inscrições: 

8 de outubro de 2013

Inteligências pessoais


O conceito de Inteligência Emocional está relacionado à própria concepção de Inteligências Múltiplas, que se traduz por uma nova visão de inteligênciaO que se sabe hoje sobre inteligência é que são múltiplos circuitos neurais que se manifestam de maneira diferenciada de pessoa para pessoa.

Entre um elenco de inteligências inerentes a todas as pessoas, há as chamadas inteligências pessoais, que alguns identificam como inteligências emocionais, ou seja, a inteligência intrapessoal e a inteligência interpessoal.

As inteligências emocionais são as inteligências pessoais. Como todas as demais, essas são passíveis de se ampliarem em todas as pessoas, se as mesmas receberem nas idades corretas, os estímulos adequados, tanto a nível familiar quanto a nível social, e dentro do contexto social, o nível de escolaridade.

Celso Antunes


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6 de outubro de 2013

Inteligência Emocional - Daniel Goleman


A obra está baseada numa síntese original, feita a partir de pesquisas e descobertas sobre o funcionamento do cérebro. Neste livro, Daniel Goleman apresenta o conceito da inteligência emocionalfusão de traços e habilidades psicológicas responsável por 80% do sucesso na vida. O autor mostra como a inteligência emocional pode ser alimentada e fortalecida em todos nós, principalmente na infância, período no qual toda a estrutura neurológica encontra-se em formação.

Para acessar o livro de forma gratuita, clique aqui.

Daniel Goleman, Ph.D., escreve sobre ciências comportamentais para o New York Times. Ele lecionou em Harvard e foi editor da revista Psychology Today. Seus outros livros incluem: Inteligência Social, Trabalhando com a Inteligência Emocional, e A Arte da Meditação. É também co-autor de O Espírito Criativo.



4 de outubro de 2013

Cérebro Humano


Se um professor assume aulas para uma classe e crê que ela não aprenderá, então ele está certo e ela terá imensas dificuldades. Se, ao invés disso, ele crê no desempenho da classe, ele conseguirá uma mudança, porque o cérebro humano é muito sensível a essa expectativa que se tem sobre o desempenho das pessoas.

Celso Antunes ]




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30 de setembro de 2013

Eles foram longe... sem sair de casa.


Os 5359 estudantes brasileiros matriculados em cursos superiores a distância no início dos anos 2000 sofreram. Ninguém sabia muito bem o que era aquilo - nem mesmo as instituições que começavam a explorar a nova modalidade de graduação, para a qual muitos círculos acadêmicos torciam o nariz. Para essas rodas, não passava de um "supletivo de smoking", ainda que o MEC chancelasse o diploma. A acidez contra o canudo conquistado online, quase sem sair de casa, tinha sua razão de ser; a maioria dos cursos estava mesmo à margem da excelência. Muito mudou nesta última década, a começar pela ordem de grandeza: a turma que faz a universidade a distância se multiplicou por - isso mesmo - 170 vezes. De cada seis jovens no país, um tenta hoje o diploma online. O contingente já beira 1 milhão de pessoas. A boa notícia é que não são mais apenas cursos de segunda linha que circulam na rede (apesar de esses ainda estarem lá). A internet se abriu para um universo do mais alto nível, desbravando a trilha da qualidade para muita gente que nem imaginava mais na condição de estudante.

A trajetória dos brasileiros [...] já foi impactada pela graduação a distância. Alguns desses sobrenomes são estreantes no ensino superior - os pais interromperam o ciclo escolar bem antes disso. Para outros que já têm diploma, mas nem se lembravam mais de como era estudar, a internet se apresentou como uma chance de voltar a aprender e até mudar de rumo. Um terceiro grupo aproveita a entrada de instituições prestigiadas no circuito para lapidar o currículo com novas especializações, um carimbo para, quem sabe, alçar voos de maior ambição. Ainda que pese toda essa diversidade, os últimos dados sobre o típico estudante da rede mostra que o perfil está mudando e é cada vez mais semelhante ao dos que se graduam no modo tradicional: a maioria são jovens e vivem em cidades onde o que não falta são prédios universitários, segundo um levantamento da consultoria Hoper. A rede foi a forma que eles encontraram de acomodar os estudos onde não cabia mais nada. "Tinha certo receio de fazer o MBA online, mas era isso ou nada. Foi isso, e funcionou", diz a paulista Lilia Figueiredo, 30 anos, entre os que seguram o diploma (em papel mesmo) da Fundação Getulio Vargas.

É verdade que os cursos de menos prestígio e qualidade ainda predominam. Nos últimos anos, eles se pulverizaram por pequenos polos em todo o país, enquanto as universidades de renome ainda hesitavam em se aventurar por terreno tradicionalmente tão malvisto no Brasil. Para se ter uma ideia, a Universidade de São Paulo enfrentou até protestos de alunos enfurecidos contra os cursos "de segunda classe"; alegavam que manchariam a reputação local (hoje a USP oferece MBAs a distância). Transpor o ensino de qualidade para a internet não é trivial. Mas, com mais de 70% dos jovens brasileiros fora da universidade, a chance de investir relativamente pouco para expandir e já algum conhecimento acumulado sobre a experiência online, as melhores instituições demonstram disposição para tentar. "É consenso entre as boas faculdades que não dá mais para ficar de fora", resume Licinio Motta, diretor da pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Bom para os alunos.

Há alguns balizadores da qualidade na rede. O principal é a frequência do contato - seja ele em chats, fóruns ou ao vivo - com o professor. Enquanto nos cursos de segunda linha eles despejam a matéria na internet e desaparecem, nos de bom nível estão a postos para videoconferências e encontros com hora marcada. Aliás, as aulas destes cursos, dadas em tempo real, fazem as palestras gravadas parecer coisa da Idade da Pedra. Também certas instalações (de tijolos) são imprescindíveis. Já pensou cursar Química ou Biologia (Medicina ainda não tem) sem pisar num laboratório?

O desempenho dos alunos surpreende: segundo o MEC, as notas dos que aprendem na rede já chegam a superar ligeiramente as dos que frequentam classes in loco. "A autonomia exigida em um curso a distância força o aluno a ganhar foco e eficiência", observa o especialista em tecnologias educacionais João Mattar. Diante de uma oferta relativamente nova - até 1996, não havia sequer legislação para essas graduações no Brasil -, as empresas ainda não distinguem bem as diferenças de qualidade e costumam estreitar a peneira para quem tem tais diplomas. A julgar pela experiência dos países mais ricos da OCDE - onde as melhores universidades estão há tempos no jogo e um terço dos universitários estuda a distância -, isso muda à medida que o mercado vai amadurecendo. Para a turma que só precisou sair de casa para receber o diploma, as mudanças já começaram.



Fonte:
Veículo: VEJA 
Data: 02/10/2013
Editorial: Educação 
Jornalista(s): Nathália Butti e Helena Borges 
Página: 112

29 de setembro de 2013

Currículo


Carla Simone Bittencourt Netto de Souza

  • Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/2259051468212182



Pós-doutorado em EAD na Universidad Nacional de Educación a Distancia - UNED. Doutora em Educação, com Doutorado sanduíche na The University of Texas at Austin, Mestre em Educação em Ciências e Matemática, Especialista em Educação a Distância, Especialista em Psicopedagogia e Pedagoga em Multimeios e Informática Educativa, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS. Possui experiência na área da Educação, com ênfase em Educação a Distância, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação a Distância, Informática na Educação, Ambientes Virtuais de Aprendizagem, Formação Docente em EAD, Qualidade do Ensino Superior na Modalidade a Distância e Acreditação da Educação Superior.


Identificação



Nome
Carla Simone Bittencourt Netto de Souza
Nome em citações bibliográficas
NETTO, Carla


Pós-doutorado



2014 - 2014
Pós-Doutorado.
Universidad Nacional de Educación a Distancia.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Educação a Distância.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Avaliação da graduação na modalidade a distância.
Grande Área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Acreditação do ensino supeirior.




2010 - 2012
Doutorado em Educação (Conceito CAPES 6).
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
com período sanduíche em University of Texas at Austin (Orientador: Patricia Somers).
Título: Avaliação da Qualidade dos Cursos de Graduação a Distância: reflexões a cerca do modelo brasileiro, Ano de obtenção: 2012.
Orientador: Lúcia Maria Martins Giraffa.
Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
Palavras-chave: Ensino Superior; Educação a Distância; Indicadores de Qualidade.
2007 - 2009
Mestrado em Educação em Ciências e Matemática (Conceito CAPES 4).
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Título: Licenciaturas na modalidade a distância e o desafio da qualidade: uma proposta de indicadores para aferir qualidade nos cursos de Física, Química, Biologia e Matemática,Ano de Obtenção: 2009.
Orientador: Lúcia Maria Martins Giraffa.
2013 - 2015
Especialização em Psicopedagogia. (Carga Horária: 440h).
Instituto Educacional do Rio Grande do Sul.
2006 - 2007
Especialização em Novas Tecnologias em Educação a Distância.
Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - RS, SENAC/RS, Brasil.
Título: Equipe EAD: A importância do Trabalho Integrado.
Orientador: Marcia Paul Waquil.
2013
Graduação em andamento em Psicologia.
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
2001 - 2004
Graduação em Pedagogia Multimeios e Informática Educativa.
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
Título: Interatividade em Ambientes Virtuais de Aprendizagem.
Orientador: Elaine Turk Faria.

Formação Complementar







2014 - 2014
Comunicación en entornos virtuales de aprendizagem. (Carga horária: 2h).
Universidad Nacional de Educación a Distancia.
2013 - 2013
Reinventando Novas e Velhas Práticas. (Carga horária: 20h).
Centro Universitário Leonardo da Vinci.
2010 - 2010
Extensão universitária em Desarrollo y Análisis de Encuestas Educativas. (Carga horária: 20h).
Commission Fullbright.
2009 - 2009
Extensão universitária em Desenvolvimento Neuropsicopedagógico. (Carga horária: 60h).
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
2007 - 2008
Extensão universitária em Equipe EAD: A importância do trabalho integrado. (Carga horária: 48h).
Centro Universitário Metodista, IPA-RS, Brasil.
2007 - 2007
Extensão universitária em METODOLOGIAS EM EAD - Nível Intermediário. (Carga horária: 36h).
Centro Universitário Metodista, IPA-RS, Brasil.
2006 - 2006
Extensão universitária em LMS Moodle - EAD. (Carga horária: 12h).
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.
2003 - 2003
Extensão universitária em Capacitação Docente em EAD. (Carga horária: 106h).
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, Brasil.

28 de setembro de 2013

Youtube lança biblioteca de áudio de uso livre



Youtube acaba de anunciar o lançamento da biblioteca de áudio para que cada autor de vídeo no Youtube ou qualquer projeto tenha acesso a mais de 150 faixas instrumentais livres de royalties, para uso sem restrições.

O link para a nova biblioteca pode ser encontrado no Painel de Controle, em Ferramentas de Criação - Biblioteca de áudio.

Os temas instrumentais podem ser exploradas através de estilo, gênero, instrumento e duração do mesmo. Há uma lista de temas destacados e há a possibilidade de adicionar músicas favoritas da biblioteca na aba Favoritos.

Cada uma das músicas pode ser baixada como MP3 a 320 Kbps.

UNESCO promove o uso de telefones celulares na educação


A UNESCO publicou um documento com dez recomendações aos governos, a fim de promover a implementação de políticas que usam telefones celulares como um recurso em sala de aula. O documento foi apresentado em Paris no evento Mobile Learning Week 2013

Por outro lado, é tudo sobre a difusão de uma série de boas razões para usar o telefone como um aliado no processo educativo.



UNESCO (2013) Policy guidelines for mobile learning. United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization. Parías: Francia. http://unesdoc.unesco.org/images/0021/002196/219641E.pdf


a) Recomendações aos governos:
  • Criar ou atualizar políticas relacionadas com a aprendizagem móvel. 
  • Capacitar os professores para promover a aprendizagem através de tecnologias móveis. 
  • Prestar apoio e formação aos professores por meio de tecnologias móveis. 
  • Criar e otimizar o conteúdo educacional para uso em dispositivos móveis. 
  • Garantir a igualdade de gênero para os alunos móveis. 
  • Expandir e melhorar as opções de conectividade, garantindo equidade. 
  • Desenvolver estratégias para proporcionar igualdade de acesso para todos. 
  • Promover o uso seguro, responsável ​​e saudável das tecnologias móveis. 
  • Utilizar a tecnologia móvel para melhorar a comunicação e a gestão da educação. 
  • Aumentar a conscientização sobre a aprendizagem móvel.

b) Razões para usar o telefone como um aliado no processo educativo:

  • Aumenta o alcance e a equidade da educação. 
  • Facilita a aprendizagem personalizada. 
  • Proporciona feedback e avaliação imediata. 
  • Permite a aprendizagem a qualquer hora e em qualquer lugar. 
  • Assegura uma utilização mais produtiva do tempo em sala de aula.
  • Cria novas comunidades de aprendizes. 
  • Apoia a  aprendizagem situada (realidade aumentada). 
  • Facilita a continuidade da experiência da aprendizagem. 
  • Conecta a aprendizagem formal e a informal. 
  • Reduz a perturbação da educação em casos de conflitos e desastres. 
  • Ajuda alunos com deficiência. 
  • Melhora a comunicação e a administração. 
  • Minimiza os custos e maximiza a eficiência.

26 de setembro de 2013

Educação a Distância cresce mais que a presencial


A Educação a Distância (EAD) cresceu mais que a educação presencial de 2011 a 2012. Em um ano, houve um aumento de 12,2% nas matrículas da EAD, enquanto a educação presencial teve um aumento de 3,1%. Apesar do crescimento, a modalidade a distância ainda representa 15,8% das matrículas. Os dados são do Censo da Educação Superior de 2012, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC).

O índice do ensino fora de sala de aula ainda é baixo, segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. "Quando olha para a OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico], quase a metade das vagas é a distância. Temos espaço para crescer". Ele ressalta que é preciso garantir a qualidade do ensino. A intenção é ampliar a oferta nas instituições federais. De acordo com o censo, a maior parte das matrículas em EAD está na rede privada (83,7%) e é oferecida por universidades (72,1%).

No ensino presencial, o ministro destacou o crescimento das matrículas nos cursos tecnológicos, que aumentaram 8,5% de 2011 a 2012. Segundo Mercadante, o crescimento foi significativo, embora os cursos concentrem apenas 13,5% das matrículas. As matrículas de bacharelado cresceram 4,6% e representam 67,1% do total, enquanto nos cursos de licenciatura, o crescimento foi 0,8% - 19,5% das matrículas são em licenciatura.

Quanto ao turno, em 2012, mais de 63% dos alunos dos estudantes presenciais de graduação estudavam à noite. Na rede privada, 73% das matrículas é nesse turno. Na rede federal, a maior parte das matrículas, 70% é no turno diurno. O ministro explica que o ensino noturno é importante para que parcela da população que precisa trabalhar tenha acesso ao ensino superior.

"Temos aumentado a oferta de ensino noturno nas federais também, mas essas instituições mantêm também o diurno", diz. "O ensino diurno permite mais tempo ao estudo. Quem estuda no noturno em geral trabalha durante o dia. No diurno, estuda-se em um turno e trabalha-se no contraturno. Na média, o diurno tem desempenho acadêmico melhor que o noturno".

Os cursos com maior número de alunos no Brasil são Administração (833.042), Direito (737.271) e Pedagogia (602.998). Em seguida vem Ciências Contábeis (313.174), Enfermagem (234.714), Engenharia Civil (198.326), Serviço Social (172.979), psicologia (162.280), Gestão de Pessoal (157.753) e Engenharia de Produção (129.522).

O censo aponta que o ensino superior atingiu, no ano passado, 7.037.688 de matrículas na graduação, o que representa crescimento de 4,4% em relação a 2011. O número de calouros foi 2.747.089, um crescimento de novas matrículas de 17,1% em relação a 2011. O número de concluintes teve uma variação menor, 3,3%, passando de 1.016.713 em 2011 para 1.050.413 em 2012.

25 de setembro de 2013

Criando quebra-cabeça


Up in Pieces é um aplicativo que transforma fotos em um jogo de quebra-cabeça. É um interessante recurso para trabalhar com as crianças em sala de aula, desde a criação do quebra-cabeça, a partir de imagens que sejam do interesse do aluno.
É um aplicativo gratuito e que possibilita a construção e o compartilhamento do jogo, o que o torna muito útil em sala de aula.

É possível importar qualquer imagem de sua biblioteca de fotos para o Up in Pieces. Isso significa que seus puzzles poderiam vir de...

  • fotos tiradas com a câmera;
  • imagens gravadas a partir de páginas web;
  • imagens tiradas em qualquer aplicativo;
  • colagens feitas com Pic Collage;
  • slides exportados e salvos para o seu dispositivo a partir do PowerPoint em um Mac ou PC;
  • projetos salvos de aplicativos de desenho e fotografia.

23 de setembro de 2013

Sábio aprendiz



O sábio é tal, porque está convencido que é apenas um aprendiz 
e que o dia que deixar de ser um aprendiz, deixará de ser sábio.

20 de setembro de 2013

Vidas de Professores

A obra pretende chamar a atenção para as vidas dos professores, que constituíram, durante muitos anos, uma espécie de "paradigma perdido" da investigação educacional. Hoje sabemos que não é possível separar o eu pessoal do eu profissional, sobretudo numa profissão fortemente impregnada de valores e de ideais e muito exigente do ponto de vista do empenhamento e da relação humana. Como escreve Jennifer Nias: "O professor é a pessoa; e uma parte importante da pessoa é o professor".

Este livro procura despertar nos professores a vontade de refletir sobre os seus percursos profissionais, sobre o modo como sentem a articulação entre o pessoal e o profissional, sobre a forma como foram evoluindo ao longo da sua carreira. Pode ser que este interesse renovado pelas "histórias de vida" ajude a estimular novas investigações e estudos, que contribuam para produzir um pensamento propriamente pedagógico (e não apenas antropológico, histórico, psicológico ou sociológico) sobre a profissão docente.

Esta profissão precisa de se dizer e de se contar: é uma maneira de a compreender em toda a sua complexidade humana e científica. É que ser professor obriga a opções constantes, que cruzam a nossa maneira de ser com a nossa maneira de ensinar, e que desvendam na nossa maneira de ensinar a nossa maneira de ser.

Para acessar o livro em PDF, clique aqui.

O visitante

The Visitor (O Visitante) é um filme americano de 2007 escrito e dirigido por Thomas McCarthy e estrelado por Richard Jenkins. O filme trata da vida de um professor universitário, viúvo e solitário já na meia idade cuja vida muda quando se depara com questões como identidade, imigração e relações multiculturais em um mundo pós 11 de setembro.


Sinopse: Walter Vale é um viúvo solitário que dá aula de economia na Connecticut College. Ele preenche seu tempo com aulas de piano para tentar imitar sua esposa, uma pianista clássica, e frequentemente trabalha em um livro. Quando ele é mandado para Nova Iorque para apresentar um trabalho em uma conferência acadêmica na Universidade de Nova Iorque, ele não fica entusiasmado.

Ao chegar em seu apartamento em Manhattan, ele descobre um casal vivendo lá. Eles são Tarek, um sírio-palestino tocador de djembê, e Zainab, uma senegalesa designer de joias. Mais tarde descobre que ambos são ilegais no país. Embora não tenham para onde ir, eles juntam suas coisas e vão embora, porém Walter os segue e os convence a voltar. Nos dias que se seguem, uma amizade se desenvolve. Tarek ensina Walter a tocar o tambor, e os dois se juntam a um grupo de homens em uma roda de tambor no Central Park.

Na volta para casa, Tarek é injustamente acusado de pular a catraca do metrô, sendo preso por não pagar seu bilhete, indo parar em um centro de detenção para imigrantes no Queens. Para tentar impedir a deportação, Walter contrata um advogado. Sentindo-se incomodada por ficar no apartamento sozinha com Walter, Zainab muda-se para viver com familiares no The Bronx.

A mãe de Tarek, Mouna, inesperadamente chega em Nova Iorque vinda de Michigan quando ela não consegue contatá-lo. Também ilegalmente nos EUA, ela aceita a oferta de Walter para ficar no apartamento, e os dois desenvolvem uma amizade. Walter confessa que sua vida é tediosa; ele não gosta do curso que ensina há vinte anos, e o livro que ele diz estar escrevendo não está nem um pouco perto de ser completado. Mouna revela que seu falecido marido jornalista foi preso por escrever um artigo contra o governo na Síria, e que ela está preocupada com o futuro de seu filho caso Tarek seja deportado. Os dois começam a compartilhar uma simples vida doméstica, com Mouna fazendo comida para Walter, e ele levando-a para ver O Fantasma da Ópera na Broadway.

Sem aviso, Tarek é deportado e Mouna decide voltar a Síria para ficar com ele. Na última noite, Mouna se culpa por tudo que aconteceu de errado. Walter a leva para o aeroporto no dia seguinte. Sozinho mais uma vez, Walter toca tambor na plataforma da estação de metrô, como Tarek disse que ele gostaria de ter feito.